A Economia da Inquietação A Economia da Inquietação
15 agosto, 2015

A Economia da Inquietação

A recente crise financeira mostrou que os dominantes dogmas ideológicos tendem a perpetuar os privilégios duma minoria detentora do poder – os plutocratas. Para construir alternativas ao projeto neo-liberal é útil partir dum modelo eco-sistémico que permite redefinir conceitos como democracia e liberdade e compreender a passagem da economia do medo à economia da inquietação.

Cá dentro inquietação, inquietação. É só inquietação, inquietação.
Porquê, não sei. Porquê, não sei. Porquê, não sei ainda.
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer.
Qualquer coisa que eu devia perceber. Porquê, não sei.
Porquê, não sei. Porquê, não sei ainda.
José Mário Branco in Inquietação do álbum Ser solidário (1982)

Um ensaio eco-sistémico sobre a crise político-social europeia.
Autor: Carlos Marques Simões

 

Deixe um comentário

Certifique-se de inserir todas as informações necessárias, indicadas por um asterisco (*). O código HTML não é permitido.

Não quer perder as novidades? Subscreva

Nome*
Email*

Nós não enviamos spam para sua caixa de correio.

Confirmo*

que li e aceito a Política de Privacidade

Subscrever


Temos por propósito fundamental contribuir para a reflexão conducente ao diálogo interdisciplinar entre vários domínios do conhecimento, nomeadamente nas áreas das ciências, das artes e da filosofia.