Exibir por etiqueta: Nora Almeida Cavaco

domingo, 12 julho 2015 13:58

Quem Sou Eu?

Reconhecendo a importância da problemática da identidade no decurso da adolescência, evidenciam-se alguns tópicos relacionados com a construção do autoconceito numa etapa da vida marcada pelas transformações ao nível da imagem do corpo, das relações com as figuras parentais e com os pares, no sentido de uma progressiva autonomia e dum assumir dos papéis sexuais na transição para a adultez.

A minha identidade é definida pelos compromissos e identificações que proporcionam a estrutura ou o horizonte em cujo âmbito posso tentar determinar, caso a caso, o que é bom, ou valioso, ou o que se deveria fazer (…).
Noutros termos, trata-se do horizonte dentro do qual sou capaz de tomar uma posição.
Taylor, Charles in Sources of the Self:
the making of the modern identity” (1989)

Identidade e imagem do corpo na adolescência.
Autor: Nora Almeida Cavaco

Publicado em Cadernos do GREI
segunda-feira, 09 junho 2014 00:24

Integração ou Inclusão?

As necessidades educativas especiais continuam a ser uma realidade na nossa sociedade e nas nossas escolas a que nem sempre é dada a resposta mais adequada. É por isso importante refletir sobre a integração e a verdade de uma prática inclusiva, o que exige problematizar muitos tópicos incluindo a atuação dos profissionais que aí intervêm e das próprias famílias.

As escolas (...) são um organismo que funciona há centenas de anos, incluem todo um conjunto de funcionários, uma hierarquia, tomadas de posição, tradições, interesses pessoais e até dogmas.
Todo este conjunto tem tendência a manter-se, a resistir lutando contra as mudanças, mesmo quando estas mudanças poderiam representar progressos.
Alfred Binet in Les idées modernes sur les enfants (1909)

Contributo para uma prática educativa inclusiva.
Autor: Nora Almeida Cavaco

Publicado em Cadernos do GREI
quinta-feira, 20 junho 2013 11:08

Atitudes Parentais e Resiliência

No presente texto aborda-se a qualidade da parentalidade enquanto fator de resiliência no adolescente e destaca-se a importância do afeto e das práticas educativas. Presume-se ainda que o modo como são percecionadas as atitudes parentais pode contribuir para o desenvolvimento de capacidades resilientes, a fim de propiciar recursos que capacitam no sentido de enfrentar a adversidade.

Se uma imaginação ilimitada quanto ao que poderemos vir a tornar-nos constitui uma herança da idade lúdica, então é ainda mais evidente a boa vontade que o adolescente demonstra, ao depositar a sua confiança nos seus pares e nos mais velhos que o guiam - ou que o ajudam a perder-se - e que fornecerão às suas aspirações um campo de ação imaginário ou mesmo ilusório.
Erik Erikson, in Adolescência e crise

As práticas educativas e o desenvolvimento psicológico dos adolescentes
Autor: Nora Almeida Cavaco

Publicado em Cadernos do GREI

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