Exibir por etiqueta: Cadernos do GREI

quarta-feira, 09 abril 2014 23:42

Saúde, Suporte Social e Bioética

A intervenção nas políticas de saúde deve sublinhar a importância do suporte social enquanto fator que preserva a qualidade de vida. Esta perspetiva tem de ser reformulada segundo novos referenciais - como é o caso da bioética -, uma vez que, no âmbito da problemática do envelhecimento, é essencial considerar o modo como os idosos percecionam o seu contexto envolvente.

O filósofo pode permanecer na sua torre e o teólogo na sua cela.
Porém, as mulheres e os homens que se consagram à bioética estão inseridos no mundo. (...)
As fronteiras que separam o domínio da biologia dos domínios vizinhos são, de facto, diversas, complexas e, por vezes, movediças.
Jean Bernard in A Bioética (1993)

Perceção dos idosos sobre a qualidade de vida.
Autor: António Duarte

 
Publicado em Cadernos do GREI
segunda-feira, 24 março 2014 23:37

Crise ou Bonança?

O objetivo do presente trabalho é o de analisar alguns conceitos psicológicos sobre o desenvolvimento que têm influenciado o perspetivar da adolescência enquanto fenómeno normativo. Especificamente, aborda-se o desenvolvimento na adolescência enquanto fenómeno psicossocial, questionando o conceito de crise normativa nesta fase, com vista a uma perspetiva mais integradora e compreensiva dos contributos teóricos clássicos e contemporâneos sobre este período.

Cada jovem adolescente desenvolve-se segundo um esquema de crescimento exclusivo dele, que é a chave da sua individualidade (…).
A individualidade está sempre em construção (…) porque o tempo e o crescimento são inseparáveis.
Na poética linguagem de Shakespeare, o tempo é a ama de leite (…) a genitora que modela.
Arnold Gesell
in O jovem dos 10 aos 16 anos (1956)

Perspetivas clínicas sobre o desenvolvimento na adolescência.
Autor: Ida Lemos

Publicado em Cadernos do GREI
terça-feira, 11 março 2014 23:32

Conhecer e Prevenir Doenças Cardiovasculares

As doenças cardiovasculares, principal índice de morbilidade e mortalidade prematura nos países desenvolvidos, têm causas multifatoriais mas resultam normalmente de fatores de risco modificáveis. A sua elevada prevalência justifica que a prevenção mobilize um adequado planeamento dos cuidados de saúde, indissociável da mudança de estilos de vida, no sentido de diminuir a sua incidência e minorar as suas consequências.

Sabemos que as doenças de falta de ar e asfixia são as mais perigosas para o corpo. (...) poderemos recorrer à salsaparrilha para descongestionar o fígado, ao ferro para descongestionar o baço, ao enxofre para os pulmões (...).
Mas nenhum remédio descongestiona tão bem o coração como um bom amigo.
Francis Bacon in Essays (1597)

Fatores de risco e planeamento de cuidados de saúde
Autor: Ana Tomé

Publicado em Cadernos do GREI
quinta-feira, 20 fevereiro 2014 23:23

Resiliência Familiar

As investigações sobre a resiliência iniciaram-se com estudos sobre indivíduos que sobreviveram a traumas e adversidades, alargando-se recentemente ao domínio da família. O conceito de resiliência familiar designa os processos de superação e adaptação da família como unidade funcional e permite compreender como estes processos moderam o stresse e possibilitam às famílias fazer face às adversidades e superar as crises.

É dificil [viver] em tempos como estes: crescem dentro de nós ideais, sonhos e esperanças, que são esmagados pela cruel realidade.
É de admirar que eu ainda não tenha abandonado todos os meus ideais, pois parecem tão absurdos e impraticáveis.
E no entanto agarro-me a eles porque ainda acredito, (...), que as pessoas são verdadeiramente boas(...).
Anne Frank in Diário (1944)

Revisão teórica, conceitos emergentes e principais desafios.
Autor: Maria Helena Martins

Publicado em Cadernos do GREI
segunda-feira, 10 fevereiro 2014 23:15

Filosofia para Crianças

Através de uma breve exposição, pretende-se salientar a importância do programa de “Filosofia para crianças”, criado em 1969 por Matthew Lipman - e colocado desde então em prática em diversos países -, mostrando como é que essa experiência pode contribuir para ativar o desenvolvimento psicológico das crianças, desde a idade pré-escolar.

Há crianças (...) que querem saber (...) porque é que nos lembramos do passado e não do futuro (...); e porque é que há um universo.
Ainda é habitual (...) os pais e os professores responderem [a estas] questões com um encolher de ombros (...).
Mas grande parte da filosofia e da ciência tem evoluído através de tais demandas.
Carl Sagan in Introdução a Uma breve história do tempo de Stephen Hawking (1987)

Contributo para a ativação do desenvolvimento do psicológico
Autor: Helena Sousa

Publicado em Cadernos do GREI
terça-feira, 14 janeiro 2014 22:58

A Construção da Pessoa Resiliente

A construção da pessoa resiliente é um processo evolutivo singular que caracteriza cada sujeito quando confrontado com a adversidade. Nesta perspetiva, a resiliência traduz-se numa capacidade para mobilizar estratégias de superação das situações desfavoráveis, através de uma configuração de significados subjetivos indissociável dos contextos de desenvolvimento pessoal, cuja compreensão é facilitada pelo carácter inovador da psicologia positiva.

Para sermos plenamente nós mesmos (...) é no sentido de uma convergência com tudo o resto (...) que temos de avançar.
O termo de nós próprios, o cúmulo da nossa originalidade, não é a nossa individualidade - é a nossa pessoa.
Pierre Teilhard de Chardin in Le Phénomène Humain (1948)

Dos contextos de desenvolvimento à psicologia positiva
Autor: Helena Ralha-Simões

 
Publicado em Cadernos do GREI
quarta-feira, 20 novembro 2013 22:52

Mediar Entre Regulação e Emancipação

Neste texto, aborda-se a mediação política, tomando o Estado e a sociedade civil como referentes teóricos. Problematiza-se o estado de tipo policêntrico que de mediador no conflito social passa a articulador de consenso entre interesses pluralistas. Considera-se que a educação crítica no trabalho social não pode ignorar as redes e fluxos locais, nacionais e globais, que se combinam em moldes ideológicos contraditórios.

O mais importante problema em política é encontrar o meio de impedir que os que não participam no governo se tornem vítimas dos que governam.
Paul d’Holbach in Système social (1773)

Perspetiva crítica sobre os princípios e valores da cidadania social
Autor: Rosanna Barros

Publicado em Cadernos do GREI
quinta-feira, 14 novembro 2013 22:42

Supervisão ou Aconselhamento?

Aborda-se neste texto a pretensa dicotomia entre supervisão e aconselhamento, perspetivando-a a partir do “sistema de desenvolvimento do professor”, modelo alternativo ao atual quadro formativo. Em paralelo, sublinha-se a importância da contextualização desta problemática no âmbito da esfera político-económica, fator assumido como determinante na contemporânea crise da educação.

(...) Tal julgamento antes vai no sentido de se reclamar o nome de educação para aquela formação que, desde os tempos da infância, enforma o indivíduo na prática da virtude (...).
É precisamente esta formação que o meu modo de pensar tentaria sublinhar, apenas para ela devendo ser (...) reservado o nome de educação (...).
Platão in Leis (entre 360 a.C. e 353 a.C.)

Contributo para uma perspetiva contextualizada do desenvolvimento do professor
Autor: Carlos Marques Simões

 
Publicado em Cadernos do GREI
terça-feira, 01 outubro 2013 12:00

Envelhecimento e Qualidade de Vida

Numa perspetiva de desenvolvimento humano é equacionado o impacto dos idosos nos sistemas de saúde, adotando-se um princípio geral que assume a necessidade de promover um envelhecimento ativo e saudável da população baseado na iniciativa e participação de todos os membros da sociedade. Finalmente, neste enquadramento, salienta-se o papel da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.

O segredo de uma velhice agradável consiste apenas na assinatura de um honroso pacto com a solidão
Gabriel Garcia Marquez, in Cem anos de solidão

O papel da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados
Autor: António Duarte

 
Publicado em Cadernos do GREI
domingo, 01 setembro 2013 10:18

Psicologia da Espiritualidade

A espiritualidade surge interligada com momentos-chave do ciclo de vida na busca de respostas, além do aqui e agora, que deem significado às vivências dos sujeitos que, face ao sofrimento, recorrem ao Transcendente como estratégia adaptativa. Assim, uma intervenção psicológica eficiente deve assumir o desenvolvimento pessoal numa perspetiva global, integrando, além das dimensões cognitiva, emocional e física, a dimensão espiritual.

Nós não somos seres humanos a ter uma experiência espiritual. Somos seres espirituais a viver uma experiência humana. 
Pierre Teilhard de Chardin , in The Phenomenon of Man 

Revisão teórica, conceitos emergentes e principais desafios
Autor: Carla Fonseca Tomás

Publicado em Cadernos do GREI
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