Ida Lemos

Ida Lemos

Completou a Licenciatura em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (1983-1989).
Realizou o Mestrado em Psicologia da Saúde pela Universidade de Liverpool (U.K) (1992)
Completou o Doutoramento em Psicologia na especialidade de Psicologia Clínica pela Universidade do Algarve (2004-2007).
Exercício da Psicologia Clínica: integrou o quadro da Carreira Técnica Superior da Saúde - Ministério da Saúde, em 1994, respetivamente, no Hospital Distrital do Funchal, e no Centro de Saúde Mental do Funchal e, posteriormente, entre 1999 e 2001, nos cuidados de saúde primários da ARS-Algarve (1994-2001).
Professora Auxiliar do Departamento de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Algarve (2001-presente). Ao nível da gestão pedagógica e académica foi diretora do Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde (2009-2013), e membro da Comissão Coordenadora do Mestrado em Psicologia, especialização de Psicologia da Saúde da Universidade do Algarve (2007-2009).
Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde pela Ordem dos Psicólogos Portugueses (2016).
Curso de Especialização em Psicoterapia Psicanalítica Relacional pela PsiRelacional - Associação de Psicanálise Relacional (2016-2019).

ORCID - Connecting Research and Researchers

email: ilemos@ualg.pt 

Outras publicações:

• A Qualidade do Estágio Prediz a Satisfação - Estudo com alunos do ensino secundário profissionalizante [Revista OMNIA Nº5] 2016

• Contextualizar a delinquência juvenil: Para uma intervenção centrada nos recursos de resiliência [Revista OMNIA Nº1] 2014

quarta-feira, 15 abril 2015 13:31

Serão os Pobres Mais Vulneráveis?

Este texto apresenta uma revisão da literatura relativa à interação entre os fatores de risco familiar, a parentalidade e a vulnerabilidade psicossocial. Procura-se, sobretudo, compreender a relação existente entre algumas perturbações psicopatológicas dos adolescentes e a incidência de certas circunstâncias de vida que comprometem os recursos parentais, fomentando um eventual sofrimento psíquico e uma concomitante manifestação de dificuldades emocionais e comportamentais.

Os filhos dos pobres definiam-se por não irem à escola, serem magrinhos e morrerem muito. Ao perguntar as razões destas características insólitas foi-me dito com um encolher de ombros – o que é que o menino quer, esta gente é assim – e eu entendi que ser pobre, mais do que um destino, era uma espécie de vocação, como ter jeito para jogar bridge ou para tocar piano.”
António Lobo Antunes in Livro de Crónicas (1998)

Recursos parentais e problemas psicológicos na adolescência.
Autor: Ida Lemos

segunda-feira, 24 março 2014 23:37

Crise ou Bonança?

O objetivo do presente trabalho é o de analisar alguns conceitos psicológicos sobre o desenvolvimento que têm influenciado o perspetivar da adolescência enquanto fenómeno normativo. Especificamente, aborda-se o desenvolvimento na adolescência enquanto fenómeno psicossocial, questionando o conceito de crise normativa nesta fase, com vista a uma perspetiva mais integradora e compreensiva dos contributos teóricos clássicos e contemporâneos sobre este período.

Cada jovem adolescente desenvolve-se segundo um esquema de crescimento exclusivo dele, que é a chave da sua individualidade (…).
A individualidade está sempre em construção (…) porque o tempo e o crescimento são inseparáveis.
Na poética linguagem de Shakespeare, o tempo é a ama de leite (…) a genitora que modela.
Arnold Gesell
in O jovem dos 10 aos 16 anos (1956)

Perspetivas clínicas sobre o desenvolvimento na adolescência.
Autor: Ida Lemos

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